"O Mano vai continuar, ele não é o culpado pela derrota, como não seria o salvador da pátria em caso de vitória", afirmou Andrés, poucos minutos depois de uma conversa com o presidente da CBF, José Maria Marin, e Marco Polo Del Nero, vice-presidente para a Região Sudeste. "Eu já falei várias vezes que o Mano vai continuar. Todos têm de fazer a sua parte, os jogadores também têm de saber que precisam dar um pouco mais".
Garantindo que tem bastante influência nas decisões que são tomadas na CBF, Andrés contou que os integrantes da cúpula da entidade concordam que a melhor solução para o momento é dar continuidade ao trabalho que o treinador gaúcho começou a fazer logo depois da Copa do Mundo de 2010. Ele, no entanto, diz estar consciente de que Mano conviverá com cobranças muito intensas enquanto for o comandante da Seleção Brasileira.
"Infelizmente até a Copa do Mundo vai ser assim, a cada derrota haverá questionamento. O grupo da seleção precisa ser fortalecido. O clima agora é de tristeza, mas já existe uma base (de jogadores) que será trabalhada até a Copa".