Foram sete amistosos desde fevereiro, dos quais três aconteceram no Brasil. Além de Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro receberam a equipe nos confrontos contra Chile e Inglaterra, respectivamente, mas dois empates por 2 a 2 não convenceram os torcedores, especialmente em Minas Gerais.
A pressão, então, se estendeu durante a preparação para a Copa das Confederações, iniciada na capital carioca, no dia 28 de maio. Ao mesmo tempo que buscava atrair o torcedor, o Brasil também queria voltar a vencer uma seleção campeã mundial, o que não acontecia desde o fim de 2009. "Queríamos reencontrar o caminho das vitórias. A Seleção é talentosa e promissora. Era importante ganhar para ter moral", disse o atacante Lucas.
A euforia que não pode contaminar a concentração do grupo que conta com o torcedor para fazer valer o fator casa. "Não é porque ganhamos da França que vamos ganhar a Copa. Se o torcedor de Brasília fizer a mesma festa do Rio e Porto Alegre, vamos sair vitoriosos", avisou Thiago Silva.