Quem se deu bem, por enquanto, foi o Paysandu, autor da denúncia e vice-campeão da disputa, que envolve clubes do Norte e Centro-Oeste, além do Espírito Santo. Mas a decisão ainda cabe recurso ao Pleno do STJD.
A punição foi ocasionada porque a prorrogação dos contratos de Gilmar, Igor, Índio e Fernando não foi registrada devidamente no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, apesar de o procedimento ter sido efetuado corretamente pelo Brasília. Os nomes foram publicados retroativamente pela diretoria de registro e transferência. Mas a Comissão do STJD entendeu, por unanimidade, que isso não tira a culpa do clube, que, por ora, vai passar a taça ao Paysandu.