Paiva, que chegou à Seleção Brasileira após trabalhar com o ex-centroavante Ronaldo, era muito próximo a Ricardo Teixeira, ex-presidente da entidade, e isso o fez permanecer no cargo, mesmo com o início da gestão José Maria Marin. Com a era Marco Polo Del Nero à vista, ele não fica no cargo.
Durante a Copa, Rodrigo Paiva se envolveu em uma confusão com o atacante chileno Mauricio Pinilla e acabou sendo suspenso pela Fifa. Rodrigo Paiva e Runco entram na lista de demitidos após o Mundial, que já contava com - além de Felipão, Parreira e Murtosa - Thiago Larghi, Paulo Paixão e Carlos Pracidelli.