Segundo Parreira, o Brasil jogou apenas porque faz parte do calendário. “Sabíamos que não ia ser a mesma coisa (da Copa das Confederações). O rendimento não ia ser o mesmo. Não conta”, destacou. Para justificar a afirmação, o diretor-técnico lembrou que teve os jogadores treinando por 40 dias durante a competição disputada no Brasil, e que para a partida contra a Suíça os atletas quase não praticaram atividades conjuntas.
“A data é tão despropositada que a Fifa viu que não serve. A Espanha foi jogar com time juvenil, sub-20. Até cogitamos fazer isso, mas reclamamos que não disputamos as Eliminatórias, então temos que aproveitar todos os jogos. Serão seis até a Copa”, destacou. No entanto, Parreira destacou que o Brasil podia ter vencido a partida. “Não gostamos de ter perdido, não queríamos ter perdido. Mas entendemos a situação”.
Parreira destacou que a base da equipe para a Copa do Mundo foi formada na Copa das Confederações. “Trabalho foi muito bem feito. Seremos um time capa e eficaz para disputar o título de campeão do mundo”, garantiu. “Felipão deu uma cara para a Seleção. Tem uma identidade”, ressaltou.
Questionado sobre favoritos para o Mundial, além da Espanha, Parreira citou a Argentina, a Itália, a Holanda e a Alemanha. E alertou: “Estamos querendo, estamos focados. Queremos ganhar todos os jogos, mas teremos dificuldades nos amistosos daqui pra frente”.