“Dentro de uma democracia isso é normal. Agora, são situações e demonstrações que devem ser percebidas pelo nosso governo e pelas pessoas envolvidas. Tomara que continuem, mas que sejam pacíficas”, ponderou.
A CBF não fez recomendações quanto à emissão de opinião, desde que não envolva diretamente a Seleção. “Os jogadores têm liberdade para opinar sobre qualquer assunto desde que assumam a responsabilidade. Não proibimos nada, mas algumas situações são do interesse da Seleção e param por aí. A manifestação deles é interessante porque essa alienação que é colocada aos atletas está deixando de existir”, ressaltou.
O técnico do Brasil, porém, diz que os reflexos desse momento histórico e que pode mudar o cenário relacionado à política do país não respingam na preparação da equipe para a Copa das Confederações. “O que podemos interferir? Trabalhos em um setor que pode barrar ou abrir portas para alguém? Fazemos aquilo que temos de fazer que é jogar futebol. Temos de fazer nosso trabalhar, mas podemos ver, assistir e ter opinião. Mas isso não interfere no nosso trabalho”, destacou.