Paulinho também não vê problema em atuar ao lado de Hernanes, apesar das características semelhantes. O jogador frisou que está totalmente ambientado ao grupo e à forma de a Seleção jogar. “Temos um grupo forte. Todos os jogadores que foram chamados estão em um ambiente muito bom. Os jogadores e Felipão me deram essa liberdade e por isso estou bem”, avisou o volante.
Jadson alerta para rivais retrancados
Já o meia Jadson vive a expectativa de entrar em campo e mostrar para Felipão que poderá ser útil na Copa das Confederações. O meia-atacante, que é um dos poucos que não jogaram nos amistosos contra Inglaterra e França, se diz pronto e à disposição do treinador para ajudar.
Questionado se poderia ajudar Felipão em mais de uma posição, sendo uma alternativa durante o jogo que é diferente do que ele já tem, o são-paulino lembrou que isso não seria novidade para ele. “No São Paulo, jogo centralizado tentando ajudar na armação das jogadas e também pela ponta. Estou aperfeiçoando”, destacou.
O meia alertou também para os problemas que o Brasil terá ao enfrentar adversários mais retrancados. “Todos os jogos da Seleção, os rivais virão fechados. Não irão nos atacar. Nesses dois amistosos foi assim. Ficaram atrás até nosso time fazer o primeiro gol e tiveram de sair. Tem de saber jogar assim. Felipão tem falado muito com jogadores. Sabemos que os jogos serão truncados. Ter paciência”, disse.
O Brasil estreia no próximo sábado na Copa das Confederações, às 16h, contra o Japão, em Brasília. A Seleção busca o terceiro título seguido da competição, já que foi campeã em 2005 e 2009.