“Qualquer profissional sonha com o cargo maior da Seleção”, disse Paixão em entrevista ao programa Ganhando o Jogo, da Rádio Guaíba. “É um momento de muita felicidade. Esperamos dar ao povo uma alegria que vai ser imensa”. E foi além: “Agora e arregaçar as mangas e trabalhar”.
Nessa quarta, em conversa com o site do Correio do Povo, Paixão destacou o grande poder aglutinador de Felipão na Seleção Brasileira. Para a conquista de 2002, ele acredita que o "pulso" do treinador foi essencial para manter a equipe focada sem atender às pressões de fora do grupo. "Era todo mundo brigando por um objetivo, tendo um treinador naquele momento com a capacidade de aglutinar dentro do que entendia de futebol."
"Naquele momento em que o Felipe foi chamado para trabalhar, muitos jogadores estavam desacreditados", frisou Paixão. "Principalmente os famosos, que tinham problemas físicos", comentou o preparador. "Mas ele conseguiu reunir o grupo e, nessa reunião, fez com que todos acreditassem naquilo que estava proposto", analisou Paixão. "Era mesmo a Família Scolari", definiu.
Grêmio ou Inter
Sobre o destino em clubes, Paixão foi mais diplomático. Voltou a afirmar que o objetivo é conquistar o vice-campeonato brasileiro com o Grêmio e garantir vaga na fase de grupos da Copa Libertadores. E deixou para decidir o futuro depois do próximo domingo. “Tenho contrato até 31 de janeiro. Depois é depois. Esperamos dar alegria ao torcedor do Grêmio no domingo”, afirmou.