Durante a preparação da Seleção e a Copa do Mundo, as três psicólogas acompanharão de perto os jogadores, sempre com reuniões individuais. Para aqueles que quiserem ou precisarem de mais atenção, será feito um trabalho individualizado.
Para o chefe do departamento médico, José Luiz Runco, o preconceito com profissionais da área, pelo menos na Seleção, já não é um problema. “A profissional vai distinguir quem precisa de avaliação ou suporte. A nós cabe dar esse apoio, caso seja necessário. Nossa função é fazer os jogadores perceberem que, quanto mais bem preparados eles estiverem, mais eficientes serão. Felizmente, já não há resistência com relação a esse trabalho”, garantiu.