E não é só isso. Em um mês de trabalho, o treinador já mudou a equipe em oito dos nove jogos. Seja por lesões, suspensões ou opção tática, o Fluminense ainda não conseguiu engrenar. Agora, a realidade é a luta para não ser rebaixado e o sonho uma improvável classificação para a Copa Libertadores do ano que vem. Eliminado da Copa do Brasil, o caminho mais curto para a competição sul-americana, a única oportunidade que sobra é estar entre os quatro primeiros do Campeonato Brasileiro.
O antes sorridente e brincalhão treinador já sabe que a missão no Brasileiro será bem árdua. O discurso de títulos foi trocado pela luta para fugir da degola. "Quando assumi o Fluminense, sabia que seria complicado. O time passava por um momento ruim. Mas temos trabalho pela frente e vamos seguir. Precisamos nos recuperar no Brasileiro. É obrigação manter o time na Primeira Divisão", afirmou o treinador, mudando seu discurso de apresentação, há exato um mês.
Para salvar o Fluminense, Luxemburgo quer a ajuda de todos. Até dos mais jovens, que hoje são maioria no grupo tricolor.
"Temos uma garotada de muito valor para nos ajudar nessa missão de recuperação no campeonato", disse o treinador.