O atacante Neymar não participou nesta segunda-feira do treinamento do Barcelona no Mitsuzawa Stadium, em Yokohama, onde os atuais vencedores da Liga dos Campeões da Europa iniciaram a preparação em solo japonês para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa.
O brasileiro sofreu uma lesão na coxa esquerda, na semana passada, na véspera do empate do Barcelona por 1 a 1 com o Bayer Leverkusen, na Alemanha, na rodada final da fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa.
Embora o Barcelona não se manifeste oficialmente, Neymar está praticamente descartado do primeiro confronto do time no Mundial, o duelo com o chinês Guangzhou Evergrande, dirigido pelo técnico Luiz Felipe Scolari, na próxima quinta-feira. A imprensa espanhola garante, inclusive, que o brasileiro não participará nem de uma eventual final, no próximo fim de semana.
O Barcelona foi recebido por 226 crianças da sua escola de futebol em Tóquio quando entrou no gramado do estádio. Em seguida, observadas pelos jogadores, as crianças cantaram o hino do clube. Como a atividade foi fechada aos demais torcedores, várias pessoas se aglomeraram nas escadas de um prédio próximo ao estádio para acompanhar a movimentação, que foi leve, ainda mais por ser a primeira do time após 13 horas de voo da Espanha até o
Japão.
Apesar de todo o seu favoritismo, o Barcelona está há três partidas sem vencer. Já o Guangzhou ostenta uma invencibilidade de 28 jogos por competições oficiais, em uma série de derrotas que foi iniciada em maio.
Messi tem vitória na Justiça
No mesmo dia em que o Barcelona iniciou os treinos em solo japonês para o Mundial, a Justiça espanhola arquivou nesta segunda-feira o processo contra Lionel Messi por suspeita de fraude fiscal. O atacante do Barcelona e a
fundação que leva seu nome eram acusados de sonegar impostos relativos à realização de seis jogos amistosos entre 2012 e 2013.
Um tribunal de Barcelona informou nesta segunda que está satisfeito com as explicações do jogador argentino a respeito do caso. A corte analisou a suspeita a pedido da procuradoria, que considerou que o astro e sua fundação teriam cometido evasão fiscal ao realizar os amistosos disputados nos Estados Unidos, no México, na Colômbia e no Peru.
Para arquivar o caso, o tribunal ouviu o empresário argentino Guillermo Javier Marin, responsável por organizar os amistosos. De acordo com a corte, ele apresentou uma "explicação coerente" relativa à transferência de US$ 1,37 milhão (cerca de R$ 5,31 milhões).
Sem Neymar, Barcelona faz primeiro treino no Japão
Brasileiro sofreu uma lesão na coxa esquerda na semana passada