"Estamos avaliando esse fato, mas por enquanto ainda não haverá punição. Às vezes o jogador sobe com o braço erguido para tentar o impulso, e a bola acaba pegando na mão. Não temos como provar a intenção do jogador neste lance, tanto é que o árbitro não tinha a certeza de que o jogador quis ludibriá-lo, porque ele (árbitro) recebeu a informação de terceiros. Também não vejo que o árbitro nem o jogador mereçam punição neste caso", declarou em nesta segunda-feira.
O lance gerou revolta dos palmeirenses, uma vez que o árbitro Francisco Carlos Nascimento (Fifa-AL) validou primeiramente o lance e em seguida voltou atrás depois de ser informado por outras pessoas presentes no gramado. O Verdão acusa a participação do delegado da partida, Gerson Baluta, na decisão da arbitragem, o que não seria permitido legalmente.
Durante a paralisação do jogo, Nascimento consultou os seus auxiliares e o quarto árbitro, Jean Pierre Lima (RS). Ainda não há provas que houve interferência externa - além dos componentes da arbitragem - para o árbitro tomar a decisão. O clube também questiona a falta de convicção da arbitragem, uma vez que Barcos, autor da infração, não foi advertido com cartão amarelo. O centroavante segue pendurado com duas advertências.