Suárez, em entrevista ao jornal "El Observador", do Uruguai, admitiu que recebe ajuda psicológica para evitar que episódios como as mordidas em Ivanovic e Chiellini não aconteçam mais. O primeiro foi protagonizado durante o Campeonato Inglês de 2013. O segundo ocorreu na última Copa do Mundo, na partida que a Celeste eliminou a Itália e avançou às oitavas de final.
O atacante também contou que teve muito medo de arruinar a carreira com o banimento do futebol por quatro meses e pela suspensão de nove partidas oficiais pelo Uruguai. “Meu mundo caiu quando anunciaram a suspensão. Fiquei sem chão e sem pensar como agir. Tive que ser forte a aprender com os meus erros”, contou o jogador.
O charrua contou que recebeu um grande apoio do Barcelona, mas revelou que o pedido de desculpas foi direcionado à comunidade do futebol e não somente ao clube catalão com o intuito de não melar a negociação. “Foi uma sensação estranha e difícil. Sei que errei. Minha intenção foi que todos soubessem do meu arrependimento”.
Suárez estará em campo nesta quinta-feira, contra a Costa Rica, em amistoso disputado no Centenário de Montevidéu. O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) aceitou um recurso do Barça que permite ao atacante charrua treinar e disputar partidas não oficiais pela Celeste. Já pelo clube catalão, ele está liberado para entrar em campo pelo Espanhol, Copa do Rei e Liga dos Campeões da Europa.
Suárez revela que recebe ajuda psicológica e lembra suspensão
Atacante do Barça e do Uruguai tenta se libertar do fantasma das mordidas nos adversários