Conforme a publicação da entidade, Hickersberger revelou que observou dois jogos da equipe de Papua-Nova Guiné e encontrou qualidades no time comandado por Tommy Mana. "O futebol depende do esforço feito em campo. Precisamos respeitar os adversários. Vou falar com os jogadores para que eles entendam isso. Temos uma tarefa difícil, e somente depois de superá-la é que poderemos pensar na segunda fase", acrescentou.
O austríaco de 62 anos garante que o Al Whada, que hoje conta com os brasileiros e ex-colorados Magrão e Fernando Baiano, está muito bem capacitado para o torneio. "Os preparativos começaram há muito tempo, com um programa especial de condicionamento para os jogadores atingirem o auge durante a competição. Tivemos um período de treinamento na cidade egípcia de Ismália, onde realizamos diversos exercícios. Também disputamos dois amistosos e acho que tudo isso, juntamente com as partidas pelo campeonato nacional, formaram uma excelente preparação para o Mundial de Clubes."
Interferência do destino
A participação de Josef Hickersberger no Mundial de Clubes tem o dedo do destino. Conforme o texto do site da Fifa, o comandante do Al Wahda se despediu do clube depois de conquistar o título nacional da última temporada. O motivo teria sido um desentendimento com a diretoria.
O sucessor foi o romeno Laszlo Boloni que trabalhou até o mês de setembro. Depois veio o brasileiro Tite que teve uma passagem rápida por Abu Dhabi e resolveu comandar o Corinthians no Campeonato Brasileiro. Após o episódio, Hickersberger foi convidado para retornar ao Al Wahda e comandar a equipe no torneio que começa na quarta-feira.