“Quero trazer uma normalidade ao Corinthians e retomar o padrão que o time já teve neste campeonato”, declarou o treinador, que estreia no próximo domingo, às 16 horas, no clássico diante do Palmeiras no Pacaembu. Ele afirmou que quando deixou o Brasil, no início de setembro, o Corinthians apresentava o melhor futebol do País e tinha o futebol mais consistente para ser campeão.
Tite estava no Al-Wahda, dos Emirados Árabes Unidos, e preparava a equipe para disputar o Mundial de clubes da Fifa em dezembro. Mesmo assim, resolveu aceitar a proposta da diretoria alvinegra. “O projeto Corinthians foi sedutor e motivador. Ninguém abriria mão de um Mundial por qualquer coisa”, disse.
O treinador, que já comandou o Corinthians em 2004 e 2005, lembrou que, pela primeira vez na carreira, tem a oportunidade de voltar a um clube grande. Na passagem anterior, ele recuperou tirou a equipe das últimas posições no Brasileirão e só saiu no ano seguinte devido a um desentendimento com a MSI, ex-parceira corintiana.
“Aquela passagem foi muito marcante, por isso estou muito feliz em ter a oportunidade de voltar”, destacou. Para ele, assumir o Corinthians na atual situação não pode ser encarado como algo complicado, e sem como uma grande chance. “Busco reconhecimento. E também fico contente se puder deixar outras pessoas felizes. Ver um corintiano comemorando e saber que eu fiz parte disso é algo gratificante”.
Esta não é a primeira vez que Tite dirige um clube em pleno ano do seu centenário. Esta mesma situação já aconteceu com o Grêmio em 2003 e com o Internacional em 2009. “Realmente, sou um privilegiado”, comemorou.