“O Alexandre Kalil (presidente) me convidou para ir para o Atlético-MG depois da saída do Cuca. Pelo Kalil, pela estrutura do clube, pelo desafio, a proposta me fez balançar. Mas eu não tinha condições de assumir um trabalho naquele momento. Depois, Grêmio e Inter também me procuraram”, revelou Tite, que já trabalhou no Atlético-MG em 2005.
Apesar de afirmar que ainda está "fechado para balanço", o ex-técnico do Corinthians admite que está acompanhando de perto o futebol brasileiro para, quem sabe, aceitar um novo projeto. “Estou analisando todas as equipes, todos os jogos. Eu, quando assumi o Corinthians em 2010, sabia que o time tinha qualidade e que seria campeão em breve. Isso porque eu analisava o trabalho. Não vou secar ninguém, mas observo tudo. Analiso as situações e as qualidades dos elencos”, explicou.
Mas Tite não está de olho apenas no Brasil. O desafio na carreira do comandante gaúcho também pode estar no futebol europeu. Itália, Espanha e Portugal são os três países que mais interessam a ele.
“A comunicação é fundamental, por isso descartaria trabalhar na Inglaterra. A dificuldade seria grande, mesmo com a ajuda de um tradutor. Tenho consciência que, para ter excelência no trabalho, você precisa da língua, ser fluente. O italiano eu compreendo tudo. O espanhol é fácil também, mas não tenho total domínio ainda. Já o português (risos)”, declarou.