Segundo o Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), a decisão foi dada pela juíza Maria Cristina de Brito, da 1ª Vara de Família da Barra da Tijuca, que estabeleceu que o clube deve depositar em conta judicial, até o dia 5 de cada mês, o equivalente a 17,5% do valor recebido pelo goleiro, que está suspenso.
Além disso, a juíza também determinou que o laboratório responsável pelo exame de DNA da criança envie o resultado à Justiça, no prazo de cinco dias a partir da publicação do despacho. Eliza está desaparecida desde o início de junho e seu corpo nunca foi encontrado, mas a polícia já a considera morta. Bruno, um dos acusados do crime, está preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG).