Para Muricy, os protestos surgiram após o time levar o gol. O comandante analisou a situação como natural e viu o nome de Lugano sendo chamado como reconhecimento da torcida aos ídolos que passaram pelo clube. "Acho que pediu raça só depois que tomou o gol. Enquanto estava um a zero, torceu como sempre. É natural. Era necessidade de ganhar em casa, por isso a torcida grita nome dos idolos, temos que entender e respeitar. As pessoas esquecem os idolos, mas no São Paulo as pessoas reconhecem. Isso é importante demais. Não se pode esquecer quem trabalhou tão bem quanto o Lugano. Nós não vamos descansar para melhorar o time", ressaltou.
O nome do uruguaio ganhou força para reforçar o setor defensivo do São Paulo após ter seu contrato encerrado com West Bromwich neste mês. Após a contratação de Kardec, a defesa virou prioridade da diretoria. Porém, tanto Muricy quanto o presidente Aidar querem cautela e só discutirão entradas e saídas de atletas depois da Copa do Mundo. Lugano jogará o Mundial pelo Uruguai sem clube.