“As obras estão em atraso e o consórcio não quer dar um incentivo ao trabalhador, que está comprometido com o projeto “, declarou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sintraconst), Carlos Antonio Souza.
Parados desde a quinta-feira passada, eles fizeram várias reivindicações, como plano de saúde extensivo a dependentes, pagamento de R$ 300 de tíquete-assiduidade, programa de produtividade e folga de campo a cada 90 dias com passagem paga pela empresa para trabalhadores alojados no canteiro de obras. Além dos pedidos de benefícios ao consórcio Rio Mais, parte dos trabalhadores deseja que o Sintraconst seja substituído nas negociações pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias da Construção Pesada (Sitraicp).
“Não vou lá até que eu seja chamado. Mas entendo que as obras do parque são da construção pesada. E os trabalhadores querem a nossa representação ", afirmou o presidente da Sitraicp, Nilson Costa. Em nota, o Consórcio Rio Mais informou que repudia e investiga os atos de vandalismo ocorridos no canteiro de obras e que manterá a postura de diálogo transparente com todos os trabalhadores. Uma nova rodada de negociações está prevista para esta terça-feira.