"Naquela época a gente sabia que seria muito difícil, porque o grupo já estava fechado. Vinham jogando muito tempo juntos. Todo mundo vinha pedindo meu nome, então ficava feliz com o clamor da torcida. Foi uma coisa que passou, mesmo com a expectativa grande que senti. Já hoje o que sinto é tristeza", declarou o armador.
O sentimento, segundo Ganso, foi intensificado pelas graves lesões que encarou nos tempos de Santos. Pelo São Paulo, o Maestro conseguiu se recuperar fisicamente, mas viu concorrentes como Oscar e Willian, ambos do Chelsea (ING), conquistarem o técnico Luiz Felipe Scolari. O camisa 10 tricolor, no entanto, garante que sua história com o time canarinho ainda não acabou e se inspira em Ronaldo Fenômeno para apagar os dramas provocados por lesões e brilhar pelo Brasil.
"Perdi um ano machucado, voltei e tive outras lesões. Outros jogadores vão aparecendo e ganhando oportunidades, aproveitando. A tristeza é maior por ser uma Copa no Brasil. Sou jovem, tenho muita coisa para conquistar e tem 2018 na Rússia aí. Me espelho no Ronaldo, que machucou e depois voltou para decidir em 2002. Tantos outros craques tiveram paradas e voltaram melhores ainda", projetou.