A situação causou apreensão na delegação corintiana. No fim do jogo, torcedores bolivianos faziam coro de "assassinos" para os brasileiros. Membros da delegação corintiana - dirigentes e jogadores que não ficaram no banco de reservas - foram orientados a sair do camarote e descer para o vestiário ainda no decorrer do segundo tempo.
O gerente Edu Gaspar relatou o drama vivido e disse que os torcedores locais se revoltaram contra os corintianos. "O foguete caiu a 15 metros da gente, muito próximo de onde estávamos, e nós estávamos vestindo roupas do Corinthians. As pessoas se voltaram contra a gente, atirando algumas coisas. Nós entendemos a revolta de todos e preferimos deixar aquele camarote, voltamos para o vestiário para esperar acabar o jogo", disse o dirigente do Corinthians.
Ainda sem o parecer da Conmebol sobre o episódio, o Corinthians ainda teme uma punição pela morte do torcedor em Oruro. De acordo com o regulamento, o clube pode até ser excluído da competição.