Depois de alguns minutos iniciais em que esboçou pressionar os visitantes, os vascaínos deixaram o ritmo cair. Mas, como os catarinenses praticamente não passavam do meio-campo, o Vasco achou por bem avançar com mais consistência. A primeira chegada perigosa acabou por resultar em gol. Éder Luís caiu pela esquerda e cruzou para Ramon, que voltava de contusão depois de três meses, cabecear para as redes, aos 24.
Quatro minutos depois surgiu a oportunidade de a partida ficar tranquila para os anfitriões. Emerson fez carga em Eder Luís em cruzamento. O árbitro assinalou a penalidade, mas Rafael Coelho, também voltando de lesão, cobrou fraco para Renan defender com facilidade. O erro custaria caro.
O jogo se abriu de vez na segunda etapa. As chances de gol, principalmente cruzmaltinas, foram se sucedendo. Zé Roberto perdeu duas grandes chances, aos 14 e aos 23 minutos. Antes, aos 12, Fellipe Bastos desperdiçara uma boa oportunidade. Pelo lado do Avaí, Rafael Costa perdeu chance clara aos 16, pouco antes de Emerson ser expulso, aos 20, por receber o segundo cartão amarelo.
O predomínio era dos donos da casa, mas o risco era constante na defesa. Ao perder muitas oportunidades, davam chance ao azar. E o azar não tardou em dar as caras. Aos 29, Laércio chutou, Fernando Prass deu rebote, que Caio aproveitou e empatou o jogo. O Vasco resolveu partir para cima e quase foi castigado com a virada. Mas o gol de Rafael Costa, impedido, nos minutos finais foi acertadamente anulado pela arbitragem.