A zaga, grande trunfo para a temporada, falhou nos dois gols. O ídolo da torcida Dedé abriu o placar com um gol contra para os uruguaios. O companheiro de zaga, Rodolfo, contratado no início do ano, tentou sair jogando no campo de defesa e perdeu a bola que originou o segundo gol.
O Vasco diminuiu, já no segundo tempo com Alecsandro, e, empurrado pela torcida, quase chegou ao empate. Mas prevaleceu o bom futebol do Nacional. Ao fim do jogo, o técnico Cristóvão Borges deixou o campo aos gritos de "burro" da arquibancada - a torcida queria ver Bernardo em campo, no segundo tempo, e reclamou da substituição do meia Felipe pelo atacante Tenorio.
Aos 27 minutos, começou a sequência de ataques do Nacional que originou o primeiro gol. Cabrera recebeu livre dentro da área, ajeitou e bateu cruzado, mas a bola saiu. O gol saiu dois minutos depois. Após cobrança de escanteio de Viudez, o zagueiro Dedé, que marcava Scotti, desviou a bola e tirou da jogada o goleiro Fernando Prass.
O Nacional ainda teve chance de marcar o segundo aos 31, com Viudez, e 43, com Sanchez. Aos 46, o árbitro marcou falta na entrada da área sobre Diego Souza, após mais uma linda jogada do meia, que driblou dois zagueiros e foi derrubado pelo terceiro. Juninho cobrou no meio do gol, fácil para o goleiro Burián.
Logo na volta do intervalo, no primeiro minuto, o Nacional ampliou. Rodolfo tentou sair para o jogo e perdeu a bola, no campo de defesa. Viudez fez ótimo cruzamento para Sánchez. Sozinho na área, de peixinho, o atacante marcou, sem chances para Prass.
O único gol do Vasco foi aos 28 minutos. Diego Souza deu lindo passe para Juninho, que cruzou rasteiro para a pequena área. Alecsandro se antecipou ao zagueiro e bateu firme. Aos 38, embalado pela torcida, o Vasco teve a chance do empate. Diego Souza tocou para Thiago Feltri, dentro da área, mas o goleiro uruguaio saiu bem e abafou o chute do lateral.