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Winck lembra bom ambiente na Chapecoense: “Era uma alegria acordar e vir treinar”

Lateral lembrou que conversou com Matheus Biteco minutos antes do embarque para Medellín

Winck lembra bom ambiente na Chapecoense: “Era uma alegria acordar e vir treinar”
Winck lembra bom ambiente na Chapecoense: “Era uma alegria acordar e vir treinar” Foto : Guilherme Testa
Fora da lista dos relacionados para a final da Copa Sul-Americana, o lateral emprestado pelo Inter à Chapecoense, Cláudio Winck, lembrou nesta quarta-feira o bom ambiente que vivia no clube com os companheiros mortos no acidente aéreo ocorrido na madrugada dessa terça na Colômbia. O jogador, de 22 anos, afirmou que a alegria do grupo era uma motivação a mais para os treinamentos do time.

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“O nosso ambiente era de muita alegria. Era todo mundo muito unido. A gente vinha treinar com muita alegria e fazia tudo ao natural. Era uma alegria acordar e vir treinar”, recordou Winck, que foi acordado na madrugada de terça-feira com a notícia da morte dos companheiros. “Estava em casa dormindo as 5h30 da manhã e um amigo me ligou perguntando onde eu estava. Eu não sabia de nada. Ele me contou e eu vim direto para cá (Arena Condá)”, contou.

Winck recordou que conversou com os companheiros pouco antes do embarque para Medellín. O último jogador que ele teve contato foi Matheus Biteco, quem conhecia desde os tempos que ambos moravam em Porto Alegre jogando pela dupla Gre-Nal.


“Eu falei com o Biteto pouco antes da viagem sobre uma propaganda que ela ia fazer. Ainda me falou que não tinha feito, mas que faria. Eu conhecia bem ele, quando o filho dele nasceu eu fui visitar, levei presente. O meu último contato com o restante do grupo foi pouco antes da viagem, eles comentando que o voo tinha atrasado”, declarou.

“Não sei explicar o que estou sentindo agora. Eram jogadores muito jovens, como o Biteco, o Caramelo, o Thiaguinho, o Gimenez. É uma situação que não tem como explicar”, finalizou.