Jornal com Tecnologia

Chuva de Meteoros Lyridas teve seu ápice nesta madrugada de terça-feira

Observatório em Taquara registrou uma taxa de 12 meteoros por hora.

Observatório captou, em média por câmera, uma taxa de 12 meteoros por hora
Observatório captou, em média por câmera, uma taxa de 12 meteoros por hora Foto : Divulgação / Observatório Heller & Jung/ CP

A Chuva de Meteoros Lyridas alcançou seu ápice no país, visto da terra, na madrugada desta terça-feira. O registro feito no município de Taquara pelo Observatório Heller & Jung, na cidade de Taquari, no Rio Grande do Sul captou, em média por câmera, uma taxa de 12 meteoros por hora.

A Chuva de meteoros Líridas ocorre pela passagem da Terra através dos detritos deixados pelo cometa C/1861 G1 Thatcher e acontece anualmente entre 14 e 30 de abril.

Os meteoros Líridas se caracterizam por serem rápidos e brilhantes como no registro efetuado na imagem. Na imagem pode-se verificar a sobreposição de meteoros registrados apenas em uma câmera.

Ápice da chuva de meteoros ocorreu nesta madrugada | Foto: Divulgação/ Observatório Heller & Jung/ CP

Meteoros

Os meteoros são pequenos corpos celestes que, ao entrar na atmosfera da Terra, queimam total ou parcialmente por conta do atrito com a atmosfera e o contato com moléculas de oxigênio. A trajetória dessas rochas, quando pegam fogo, chegam a deixar um rastro forte e brilhante no céu. Podem, também, formar faíscas que chamamos de "estrelas cadentes".

A chuva de meteoro Lírida é batizada desta forma por estar localizada na direção da constelação de Lira. É considerada de intensidade média, mas umas das maiores do tipo.

Veja Também