A Cloudflare afirmou no fim da manhã desta terça-feira, 18, que implementou uma solução para resolver o incidente que prejudicou serviços digitais em escala global. "Acreditamos que está resolvido e continuamos a monitorar erros para garantir que todos os serviços voltem ao normal", disse, em nota publicada às 11h42 (de Brasília).
Antes, às 11h34min (de Brasília), a empresa disse ter restaurado painéis de controle enquanto trabalhava no impacto amplo de aplicações de serviços.
Mais cedo, a Cloudflare chegou a desativar temporariamente o WARP - serviço que funciona como espécie de "túnel seguro" para privacidade na navegação - na região de Londres.
A falha prejudicou bancos brasileiros, incluindo o Banco do Brasil, a rede social X, o ChatGPT e a Amazon Web Services (AWS), entre outros.
Segundo o Canal Tech, o Cloudfare é uma plataforma que oferece suporte de segurança e otimização de performance na internet. Os sites que dependem desse serviço não carregam, impedindo o uso pelos usuários.
A queda no serviço do Cloudfare expõe a dependência de diversas empresas da computação em nuvem. Este tipo de fornecimento de recursos reduz custos e garante o que as companhias chamam de “escalabilidade para negócios”. Isso ajuda para atender usuários de diversos países.
Apesar das facilidades, o modelo não é imune a problemas. Para quem quer manter uma rede social no ar não é preciso uma grande infraestrutura. Neste caso, grandes empresas como Amazon, Google e Microsoft oferecem este tipo de serviço com custo menor, rapidez e capacidade para atender várias regiões, graças aos servidores espalhados pelo mundo.