O maior planeta do Sistema Solar, o gigante Jupiter, fez um certo regime, de acordo com novos cálculos dos astrônomos do Instituto Weizmann de Ciência, em Rehovot, Israel. De acordo com a nova análise, baseada nos dados da sonda Juno, o planeta é 8 quilômetros mais estreito no seu equador e 24 quilômetros mais achatado nos seus polos.
A redução de dimensões não afeta tanto o gigantismo do titã, que ainda poderia engolfar mil Terras inteiras. As diferença, entretanto, afeta resultados científicos sobre a formação de planetas gasosos e também poderá alterar planos para missões orbitais.
"Os livros vão ter de ser atualizados", comentou o autor do estudo, Yohai Kaspi. Antes as medidas de Júpiter eram baseadas nas observações das sondas Voyager e Pioneer, dos anos 1970.
Com instrumentos mais avançados, a sonda Juno que chegou à órbita joviana em 2016 evidenciou outra realidade. Principalmente suas medições ao orbitar os polos de Júpiter alteraram os resultados.