Quase metade dos domicílios do Rio Grande do Sul (49,7%) possuíam acesso a serviço pago de streaming de vídeo em 2023. O dado foi revelado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice no Rio Grande do Sul de acesso a streaming de vídeo nos domicílios é acima da média nacional (42,1%) e um dos quatro maiores do Brasil. No recorte, o RS só fica abaixo do Distrito Federal (56,5%), Santa Catarina (54,7%) e Rio de Janeiro (51,7%).
No caminho contrário, Piauí (23,6%), Maranhão (25,6%) e Paraíba (26,8%) eram as unidades da federação com menos domicílios com acesso a streaming de vídeo em 2023.
Acesso à TV por assinatura
A TV por assinatura está menos presente nas residências gaúchas do que o streaming de vídeo. Conforme a pesquisa, 30,6% dos lares do RS utilizam o serviço em 2023. Na Região Metropolitana de Porto Alegre, o índice é similar (32,9%). Já a média nacional ficou fixada em 25,9%
Acesso à TV aberta
No Brasil, 88% das famílias brasileiras tinham em casa sinal digital ou analógico de TV aberta no ano passado. No Rio Grande do Sul, o índice é menor (86,9%), sendo que em 2022 havia ficado em 92,2%.
No âmbito nacional, a proporção de domicílios brasileiros com sinal de televisão e com assinatura de serviços por TV fechada também tem caído, enquanto os serviços de streaming têm aumentado: estão em quatro de cada dez lares com televisão.
Por meio de streaming, o assinante tem acesso a uma oferta de filmes, séries, desenhos infantis e eventos esportivos, por exemplo. Com exceção de programações ao vivo, as atrações são sob demanda, ou seja, ficam disponíveis para serem vistas a qualquer momento.