O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Rafael Vitale, formalizou, na manhã desta segunda-feira, em Brasília, a adesão institucional da Agência ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, da Controladoria Geral da União (CGU). A ANTT é a primeira agência reguladora do país a apoiar institucionalmente o pacto, cujo foco é promover a integridade e a ética no setor empresarial.
A assinatura do termo de adesão da ANTT ao pacto foi o resultado de uma articulação conjunta entre a CGU, o Ministério dos Transportes e a própria ANTT. Essa articulação tem o objetivo de fomentar a integridade privada no setor de transportes, área essencial para a economia do país. Para Vitale, o papel da ANTT é proporcionar previsibilidade e estabilidade para o mercado, melhorando a prestação de serviços com excelência, transparência e integridade, tanto na repactuação dos contratos quanto para os serviços prestados aos usuários.
"Estamos dando um passo muito importante agora e a ANTT reafirma seu compromisso com a ética e a transparência, se colocando como pioneira no âmbito das agências reguladoras, sendo uma ponte mais do que confiável entre os interesses públicos e privados, estimulando um ambiente de negócios mais saudável e sustentável", disse o diretor-geral.
Para ele, a expectativa é que essa iniciativa da ANTT sirva de exemplo para outras agências e entidades reguladas pelo Estado, mostrando que é possível combinar eficiência e integridade nas relações entre governo e setor privado.
Pacto Brasil pela Integridade Empresarial
O Pacto Brasil pela Integridade Empresarial é uma iniciativa da CGU que convida empresas e instituições que atuam no país a se comprometerem, de maneira voluntária, com a integridade empresarial. Ao aderirem, essas empresas e instituições se comprometem a adotar medidas concretas de transparência e ética, visando criar um ambiente de negócios mais limpo e responsável. A participação no pacto é formalizada por meio da assinatura de um termo de adesão e inclui, posteriormente, uma autoavaliação das práticas de integridade.
A proposta do pacto vai além do combate à corrupção. Ele propõe uma visão mais ampla, que inclui aspectos ambientais, respeito aos direitos humanos, combate ao trabalho infantil e violência de gênero, entre outros. A ideia central é que as instituições participantes promovam esses valores de forma proativa, influenciando positivamente toda a cadeia de negócios.
Ao aderirem ao pacto, melhoram sua imagem pública e se fortalecem internamente. Além disso, o pacto ajuda a minimizar a ocorrência de fraudes, facilita o acesso a novos mercados e investimentos e torna a empresa mais atraente para colaboradores e parceiros que prezam por altos padrões éticos.