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Após enchente de maio, as quadras de areia da Orla do Guaíba ainda estão interditadas

Os locais estão passando por testes orgânicos para saber se o material está contaminado

A análise iniciou nesta segunda-feira por uma equipe da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura
A análise iniciou nesta segunda-feira por uma equipe da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Foto : Pedro Piegas

O trecho 3 da Orla do Guaíba, em Porto Alegre, conta com 16 quadras de areia. Os espaços são utilizados para vôlei, futvôlei e beach tennis e seguem interditados devido a enchente de maio. Os locais estão passando por testes orgânicos para saber se o material está contaminado.

A análise iniciou nesta segunda-feira por uma equipe da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Smoi) que deve liberar os resultados até o final do mês de agosto.

De acordo com a Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude, das 29 canchas do local, 10 estão aptas para uso após reparos feitos em razão da enchente de maio. Entre elas estão quatro quadras infantis, quadro de concreto (basquete, poliesportiva, tênis e pista de patinação), duas de grama sintética de (futebol society). Além das pistas de Skate, patinação e caminhada. Ciclovia e duas academias ao ar livre, dois playgrounds.

Os espaços infantis não passaram por testes. Tiveram a areia trocada, assim como o saibro, os equipamentos das academias e os novos brinquedos de material mais resistente às intempéries climáticas, como chuva e alagamentos, e de fácil manutenção.

As três quadras de concreto para basquete, poliesportiva e tênis, e as duas quadras de grama sintética para futebol society estão liberadas e necessitam de agendamento prévio para o uso.

As reservas são feitas pelo site agendaorla3.portoalegre.rs.gov.br ou pelo 156 da prefeitura (aplicativo 156+POA) ou WhatsApp (51) 3433-0156.

Em dezembro de 2023, as quadras de areia, as três pracinhas com brinquedos e espaços para crianças do trecho 3 da Orla do Guaíba foram interditados após os testes laboratoriais parasitológicos, feitos por uma equipe da Unisinos, que apontaram um nível acima do seguro nas áreas de lazer após a inundação pela água do Guaíba no final de setembro. As amostras coletadas à época apresentaram larvas de Strongyloides stercoralis e ovo de Taenia sp. Os locais começaram a ser liberados em março deste ano, após novas amostragens.