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BR 116 segue com pista simples em Camaquã após rompimento de açude, mas trânsito flui normalmente

Trecho no quilômetro 407 permanece em alerta, mas equipes trabalham para conter água que ainda escoa lentamente

Asfalto levou parte da pista da BR 116 no sentido Capital/interior
Asfalto levou parte da pista da BR 116 no sentido Capital/interior Foto : Pedro Piegas

Com o término das chuvas, a melhora do tempo e a presença de sol, a situação na BR 116 entre Camaquã e Cristal, no quilômetro 407, começou a se estabilizar após o rompimento de um açude que causou alagamento e danos na pista sentido Capital/interior na quarta-feira. Apesar de a água continuar escoando, embora em menor volume, o trânsito fluía de maneira tranquila, mas ainda em pista simples por alguns quilômetros, exigindo atenção redobrada dos motoristas.

O rompimento, que ocorreu na quarta-feira à tarde, alagou a rodovia e resultou na interdição da pista no sentido Pelotas. Devido à força das águas, a pista cedeu em parte do trecho, obrigando a concessionária Ecosul, responsável pela administração do trecho na BR 116, a desviar o fluxo de veículos para o sentido oposto. Desde então, a rodovia opera em pista simples nos dois sentidos.

Desde sexta-feira, o trânsito já se mostrava mais controlado, e a contenção feita pela Ecosul para permitir o escoamento da água por baixo da pista era capaz de suportar a vazão. A concessionária reforçou o canteiro central com pedras para combater a erosão causada pela água, que também ameaçava a pista norte.

A situação, no entanto, ainda exige cuidados dos condutores que passam pelo local. Com a pista única por um trecho de vários quilômetros, a movimentação pode ser mais lenta em horários de pico, especialmente por se tratar de um desvio emergencial. O trecho permanece sob monitoramento das equipes de inspeção de tráfego

Ainda segundo a concessionária, um especialista deve chegar nos próximos dias para projetar a reconstrução da pista afetada e aprimorar o sistema de drenagem, que foi sobrecarregado pela grande quantidade de água vinda do rompimento. Até que a obra seja concluída, o desvio continuará sendo utilizado para manter o fluxo de veículos, garantindo a passagem, ainda que em condições temporárias.