Cidades

Convênio prevê construção de 15 moradias em Antônio Prado para famílias afetadas pelas cheias de 2024

A escolha das famílias será definida por meio de edital de inscrição e seleção, e o prazo para a entrega das chaves é de aproximadamente 24 meses

Dados do município revelam que 40 casas e duas empresas foram atingidas pelas cheias do ano passado
Dados do município revelam que 40 casas e duas empresas foram atingidas pelas cheias do ano passado Foto : Carlos Henrique Cardoso / Prefeitura de Antônio Prado / CP

A Prefeitura de Antônio Prado assinou um convênio com a Secretaria Estadual de Habitação e Regularização Fundiária, que garante a construção de 15 unidades habitacionais por meio do programa "A Casa é Sua – Calamidades".

As novas moradias serão construídas no bairro Paese Novo, em terrenos já preparados pela Prefeitura. As 15 casas terão em torno de 53 metros quadrados e serão destinadas exclusivamente a famílias que sofreram perdas e danos durante as enchentes de 2024.

Dados fornecidos pelo município revelam que ao todo 40 casas (39 na cidade e uma no interior) e duas empresas foram atingidas direta ou indiretamente pelas cheias causadas pelos eventos climáticos de maio do ano passado. Além disso, 137 pessoas passaram pelo abrigo.

De acordo com o prefeito de Antônio Prado, Roberto Dalle Molle, a parceria com o Governo do Estado representa um passo importante para as famílias atingidas pelos eventos climáticos extremos do último ano. "Essas novas casas representam o cuidado com as comunidades afetadas, oferecendo condições dignas de moradia e segurança para recomeçar".

A Prefeitura explica que a escolha das famílias será definida por meio de edital de inscrição e seleção, e o prazo para a entrega das chaves é de aproximadamente 24 meses.

MORADIAS JÁ ENTREGUES

Em agosto deste ano, a prefeitura entregou outras sete moradias, construídas no mesmo bairro, com investimento de R$ 640,5 mil e recursos próprios do caixa livre do município. As famílias foram selecionadas por meio de critérios técnicos e sociais, priorizando aquelas com mais necessidade e que viviam de aluguel social.

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