Cidades

Defesa Civil debate ações de controle e reconstrução de municípios gaúchos após as enchentes de maio

No encontro, a Secretaria Nacional de Reconstrução anunciou a disponibilização imediata de equipamentos, como geradores, lonas e lanternas para cidades da Região Metropolitana

Foram discutidos os projetos de proteção contra as cheias, diques e casas de bombas
Foram discutidos os projetos de proteção contra as cheias, diques e casas de bombas Foto : Vanderlei Marcos / Defesa Civil / CP

Coordenadores dos municípios que integram o Fórum de Defesa Civil da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) reuniram-se nesta semana para discutir o andamento dos planos de ação e contenção iniciados após as enchentes de maio. A reunião aconteceu em Cachoeirinha, contou com a presença das 13 coordenadorias municipais e com representantes da Secretaria Nacional de Reconstrução.

Entre as pautas discutidas, destacaram-se os avanços dos projetos de proteção contra enchentes, incluindo a implementação de diques, casas de bombas e ações de desassoreamento de rios. O pedido de dragagem dos rios vem sendo defendido pelo presidente da Granpal, Marcelo Maranata, desde o começo de abril. Esses projetos são desenvolvidos em conjunto pelos governos federal e estadual e visam fortalecer a infraestrutura de proteção para mitigar futuros eventos climáticos.

A Secretaria Nacional de Reconstrução anunciou ainda a disponibilização imediata de equipamentos, como geradores, lonas e lanternas, para os municípios da Região Metropolitana, reforçando as defesas civis locais. “A responsabilidade pela estruturação das defesas civis municipais é, hoje, 100% dos municípios, e devido à alta demanda de trabalho de cada defesa civil, há uma necessidade urgente de suporte financeiro para a compra de equipamentos, tanto por parte do Governo Estadual quanto Federal. A expectativa é de que isso se confirme já a partir do próximo ano”, afirmou o coordenador do Fórum da Defesa Civil, Vanderlei Marcos.

Segundo ele, espera-se que em 2025 novas medidas de suporte possam ser implementadas, assegurando que as defesas civis municipais estejam adequadamente equipadas para lidar com futuros desafios climáticos.