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Destroços de avião são retirados de prédio após acidente em Belo Horizonte

Três pessoas morreram após queda de aeronave

Avião se chocou com prédio em Minas Gerais
Avião se chocou com prédio em Minas Gerais Foto : Gledston Tavares / AFP / CP

Os destroços do avião que caiu no bairro Silveira, na Região Nordeste de Belo Horizonte, começaram a ser retirados na tarde desta terça-feira (5), após o fim da perícia no local do acidente.

A estrutura da aeronave, que ficou parcialmente presa ao prédio atingido e também ao muro do imóvel, está sendo removida com o uso de um caminhão munck, equipamento utilizado para içar cargas de grande porte, de acordo com informações do site R7.

Apenas nove minutos separam a decolagem do monomotor que saiu do Aeroporto da Pampulha e a chegada das primeiras equipes de resgate ao local da queda, após a aeronave atingir o prédio residencial.

- 12h16: O voo decolou

- 12h19: O avião colidiu contra o prédio

- 12h25: Chegada dos bombeiros

O avião decolou às 12h16 e minutos depois o piloto declarou emergência do tipo "mayday", devido a perda de controle da subida. Às 12h19, a aeronave perdeu altitude e colidiu com a lateral de um edifício, na altura do terceiro andar, antes de cair na área de estacionamento do condomínio.

O Corpo de Bombeiros chegou ao local por volta das 12h25, cerca de seis minutos após o impacto. Foram mobilizadas sete viaturas e 28 militares. Os trabalhos se concentraram inicialmente na retirada dos moradores do edifício que deixaram o prédio com o auxílio de escadas operacionais. Não houve vítimas entre os ocupantes do local.

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As equipes também atuaram na contenção de riscos de incêndio e explosão, com aplicação de espuma mecânica sobre combustíveis e fluidos inflamáveis espalhados pela aeronave.

A Aeronáutica retomou nesta terça-feira, 5, a perícia no local com trabalhos conduzidos por investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), órgão do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB).

De acordo com o Cenipa, as atividades integram a chamada Ação Inicial, etapa que envolve a coleta e confirmação de dados, a preservação de evidências e a análise preliminar dos danos causados pela aeronave. Também são levantadas informações que possam contribuir para a identificação dos fatores envolvidos no acidente.