Desde o início da enchente, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) realizou 260 escoltas para garantir deslocamentos seguros de insumos e materiais importantes para ajuda humanitária. Entre as demandas atendidas, a escolta de mantimentos lidera as operações, com 27,2%, seguido pelo transporte de água potável (14,6%) e de medicamentos e insumos para a saúde (8,5%). O restante das operações 49,7% está distribuído em escolta de geradores, transporte de bombas da água, dentre outros.
“Neste período, o serviço está dando um apoio essencial para a chegada de suprimentos à Capital. Com o apoio dos agentes de fiscalização os deslocamentos ocorrem entre 80% e 50% mais rápido ao destino final do que se fosse realizado sem o acompanhamento”, destaca o diretor-presidente da EPTC, Pedro Bisch Neto.
Para atender essas demandas, foi criada uma força tarefa coordenada pela Central de Regulação de Escoltas Humanitárias, que vem trabalhando de forma colaborativa com diversas entidades como Defesa Civil, CEEE-Equatorial, Dmae, Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal, CRBM, Exército e organizações civis.
Funcionamento - O trabalho de escolta acontece após o preenchimento do formulário pelo solicitante, com as informações de ponto de partida, destino, insumo/produto e dimensões do veículo. Pelos postos de controle avançado da EPTC, são avaliadas as melhores rotas de acesso e saída de Porto Alegre. Os serviços de acompanhamento ocorrem na maioria das vezes até o limite do perímetro urbano da capital gaúcha, onde a responsabilidade é passada para a Polícia Rodoviária Federal (PRF) ou ao Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), que dá sequência à operação.