Cidades

Equipes fiscalizam e orientam estabelecimentos em Santa Rosa

Objetivo foi conscientizar empresários e população sobre medidas preventivas ao coronavírus indicadas em decretos estadual e municipal

Equipes da Fundação Municipal de Saúde e de órgãos de segurança participaram da ação no Centro e em bairros
Equipes da Fundação Municipal de Saúde e de órgãos de segurança participaram da ação no Centro e em bairros Foto : Felipe Dorneles / Especial / CP

Três equipes coordenadas pela Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa realizaram fiscalização em bares, restaurantes, templos e igrejas na noite desse sábado, no Centro e bairros. O objetivo foi conscientizar empresários e a população sobre a importância de seguir as medidas protetivas indicadas nos decretos estadual e municipal sobre o coronavírus.

A operação durou três horas e seguiu um roteiro de visitas pré-estabelecido com as autoridades de saúde e segurança do município. Foram 20 pessoas, entre equipes da fiscalização sanitária, de urbanismo e tributária. Elas estiveram acompanhadas de três equipes da Brigada Militar. A concentração foi em frente à Fundação.

Rogério Silva dos Santos, diretor de gestão administrativa da Fundação, explica que a ação tinha como objetivo fiscalizar e educar sobre a recomendação de que bares e restaurante devem fechar as portas até as 22h, disponibilizar álcool em gel para clientes e manter uma distância de pelo menos 1 metro entre as mesas. Estes estabelecimentos precisam evitar aglomerações e priorizar tele-entrega. Sobre templos e igrejas, devem funcionar com lotação de no máximo 30 pessoas. “Desta vez a ação é preventiva e educativa, ainda não é uma proibição. Estamos lembrando medidas dos decretos estadual e municipal. São ações que podem minimizar o impacto que este vírus pode causar em nosso país, já que a transmissão agora é comunitária.”

Nesta segunda-feira, ocorrerá reunião com proprietários de supermercados e com representantes do Sindilojas, para definir ações sobre estes estabelecimentos. Rogério lembra que supermercados, por exemplo, comercializam produtos de necessidade básica e, por isso, não vão fechar, mas o gerente deve decidir quantas pessoas irão trabalhar no local. A medida sobre estes estabelecimentos é de competência do município.