Cidades

Esteio retoma obras de escola de educação infantil paradas há dois anos

Instituição será entregue à população em junho e terá capacidade para atender 120 crianças

A obra teve apenas 40% do projeto executado e seguirá por mais quatro meses
A obra teve apenas 40% do projeto executado e seguirá por mais quatro meses Foto : Fernanda Bassôa / Especial / CP
Após dois anos paradas, as obras da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Denise Bortolini, no bairro Olímpica, em Esteio, foram retomadas. Iniciada em 2014, com recursos federais, dentro do Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (ProInfância), a construção foi interrompida em 2016 porque a empresa executora decretou falência. Na semana passada, após autorização do Ministério da Educação, a prefeitura retomou os trabalhos, com um aporte de R$ 1,5 milhão de recursos próprios. A expectativa é de que os serviços sejam concluídos em quatro meses e a escola seja entregue à comunidade em junho deste ano.

Moradora do bairro, Ana Lúcia Pereira Vargas, 35 anos, comemora o seguimento das obras. “Tem muita criança no bairro e pouca vaga nas creches. Precisamos deste espaço”, disse ela, que tem dois filhos, de 2 e 3 anos. A escola, que teve apenas 40% do projeto executado, terá capacidade para atender 120 crianças de 0 a 3 anos em turno integral. O secretário municipal de Educação, Marcos Dal´Bó, disse que a EMEI Denise Bortolini é um grande projeto e que a prefeitura se compromete a concluir a obra dando à comunidade uma escola de qualidade.

Em 2017, a prefeitura solicitou, judicialmente, por meio da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Federação das Associações dos Municípios do RS (Famurs), alternativas para dar sequência à construção. Como a contratação inicial havia sido feita pelo governo federal, era necessária uma autorização do Ministério da Educação para que o município pudesse assumir o projeto e promover uma nova licitação. A autorização foi concedida e foi necessário fazer um levantamento técnico para verificar as condições da estrutura erguida. Depois disso, a Administração abriu processo licitatório que definiu a empresa responsável pelo término da construção.