Cidades

Força-tarefa retira pertences de 12 residências interditadas no bairro Piratini, em Gramado

Primeira fase da ação aconteceu em moradias nas ruas Guilherme Dal Ri, Afonso Oberher e Henrique Bertoluci, que também receberam serviços de limpeza

Ruas foram afetadas por deslizamentos de terra que aconteceram durante a enchente de maio
Ruas foram afetadas por deslizamentos de terra que aconteceram durante a enchente de maio Foto : Bruno Stoltz / Prefeitura de Gramado / CP

Equipes da Defesa Civil de Gramado, na Serra Gaúcha, junto com servidores da Secretaria de Obras, Assistência Social e um grupo de voluntários iniciaram a primeira etapa da operação de retirada de bens das casas avaliadas como colapsadas no bairro Piratini. A ação aconteceu em 12 residências localizadas entre as ruas Guilherme Dal Ri, Afonso Oberher e Henrique Bertoluci, onde máquinas e operários também realizaram a limpeza e a remoção de entulhos que estavam em frente às moradias.

De acordo com a secretária adjunta da Assistência Social e coordenadora interina da Defesa Civil de Gramado, Juliana Fisch, as ruas foram afetadas por deslizamentos de terra que aconteceram ainda no mês de maio. As residências seguem interditadas em razão do risco de desabamento. Conforme Juliana, as equipes puderam adentrar nos imóveis após a estabilização de algumas casas, após a colocação de pedras rachão. Servidores ingressaram nas residências e retiraram móveis, como camas, sofás, geladeiras, máquinas de lavar, bem como roupas, cobertores, além de outros pertences dos moradores, que acompanharam a ação à distância. A secretaria de Assistência Social disponibilizou transporte para o deslocamento dos pertences

Entulhos e resíduos estão sendo depositados, em carácter emergencial e temporário, em uma área do município autorizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com acompanhamento da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). A segunda etapa operação será retomada assim que as condições climáticas e estabilização do solo permitirem. “Foram três dias de trabalhos intensos, priorizando a segurança das equipes envolvidas e o atendimento as principais necessidades dos moradores que estão desalojados”, avalia Juliana Fisch.