Membros do Conselho Municipal de Saúde, sindicalistas e funcionários do Pronto Atendimento 24 Horas (PA), no centro de Caxias do Sul, protestaram em frente ao local na terça-feira contra um possível fechamento para reformas. As obras, com custo estimado em R$ 637,5 mil, devem durar cerca de 317 dias.
Integrante do Conselho Municipal da Saúde, Fabíola Papini disse que havia rumores de que os pacientes seriam transferidos para outros locais. Segundo ela, a prefeitura não apresentou plano que mostrasse como ficaria a situação dos servidores que hoje atuam no PA nem de que forma seria feito o atendimento à população durante as reformas. Uma assembleia para todos os funcionários do Postão chegou a ser marcada para as 18h desta terça-feira, mas foi cancelada.
Por meio da assessoria, a prefeitura informou que o prefeito Daniel Guerra recebeu ontem um grupo de vereadores para esclarecer que, em nenhum momento, a administração municipal se manifestou oficialmente pelo fechamento do Postão, muito menos de que seria às 11h desta terça-feira. Conforme a prefeitura, os serviços à população foram prejudicados pela presença dos manifestantes em frente ao prédio em razão de boatos de que o Pronto Atendimento seria fechado para a execução de reformas.
Segundo o Executivo, um diagnóstico apontou que a estrutura do PA se esgotou. “Tudo o que for definido será devidamente comunicado aos nossos servidores e à comunidade. O objetivo da prefeitura é entregar uma nova unidade de excelência para a população, protegendo os usuários de qualquer intercorrência durante o andamento das obras”, salientou o prefeito.
Funcionários do Postão de Caxias do Sul protestam contra possível fechamento
A prefeitura afirma que a estrutura do posto se esgotou e pretende entregar nova unidade