O governo do Estado realizou três importantes anúncios na manhã desta quinta-feira para a área do desenvolvimento social. O secretário de Desenvolvimento Social (Sedes), Beto Fantinel, detalhou a destinação de recursos para a criação de centros de atendimento de pessoas idosas e para melhorias em estruturas de assistência social, que totalizam R$ 47,3 milhões. Além disso, ele também apresentou o Índice de Vulnerabilidade da Família (IVF), uma ferramenta desenvolvida para auxiliar na elaboração e gestão de políticas públicas.
Do mais de R$ 47 milhões, R$ 20,5 milhões serão investidos para a implantação e reformas de Centros Dia para Pessoas Idosas em 26 cidades do RS. Em 20 municípios, o Estado destinará recursos para que as estruturas sejam construídas. Já nas outras 6, haverá a reforma de espaços já existentes. “Estamos com um aumento da institucionalização de pessoas idosas no RS. Com esses Centros Dia, as famílias terão um equipamento que vai cuidar dos idosos enquanto os adultos podem seguir trabalhando e os jovens podem seguir estudando”, contou Fantinel.
O governador Eduardo Leite participou do ato de assinatura do convênio para a destinação destes recursos, que foram acompanhados por prefeitos de diversas cidades do Estado. Após, Beto Fantinel ainda anunciou a destinação de R$ 26,8 milhões para o programa SUAS Reconstrução, que prevê investimentos para o Sistema Único de Assistência Social no RS.
Ao todo, foram 77 municípios contemplados. Destes, 30 receberão R$ 500 mil para a construção de unidades de assistência social, enquanto outras 47 cidades receberão R$ 250 mil para reformas, adaptação e ampliação de estruturas já existentes. “O governo tem investido para melhorar as estruturas de assistência social. Nós ampliamos a capacidade de investimento para que mais municípios pudessem encaminhar seus projetos”, completou o secretário.
Ao final, ele ainda celebrou o dado que indica que, pela primeira vez, o Rio Grande do Sul alcançou a menor taxa de extrema pobreza entre os estados brasileiros, segundo a Síntese de Indicadores Sociais – relatório divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), que indicou que apenas 1,3% da população gaúcha vivia com rendimento mensal per capita de R$ 209. “Isso não é fruto do acaso. Nós trabalhamos com números e indicadores para ter uma maior assertividade”, finalizou Fantinel.