Intérpretes que queiram atuar como voluntários em abrigos do Rio Grande do Sul podem se cadastrar na plataforma de cadastro disponibilizada pela Secretaria Estadual da Saúde.
O chamamento de emergência é para qualificar a comunicação entre as equipes de saúde e as pessoas que não têm a língua portuguesa como primeiro idioma.
O Estado acolhe haitianos, venezuelanos, senegaleses, argentinos, entre outros estrangeiros.
Segundo dados do Sistema de Registro Nacional Migratório (Sismigra), serviço vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, 127.301 migrantes, refugiados e apátridas residem atualmente no Rio Grande do Sul.
De acordo com o censo dos abrigos temporários realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), já foram mapeados 200 abrigos com pessoas que migraram para o RS vindas de outros países. E uma das principais barreiras de acesso à saúde para essas populações é o idioma.