Ao menos 33 alunos da EMEIEF João Euclydes Pereira, na Vila Serventina, em Osasco, passaram mal na terça-feira passada, um dia após a escola passar por uma ação de dedetização. Segundo a Prefeitura de Osasco, as crianças apresentaram sintomas como ardência nos olhos, garganta e nariz e foram atendidas por equipes do Samu na própria unidade.
A prefeitura informou que a escola havia sido submetida a um processo de nebulização na noite anterior. O produto utilizado, à base de água, segue os protocolos do Ministério da Saúde e permite a liberação do espaço para uso em 20 minutos.
Prefeitura afasta relação de caso de Internação com nebulização
O caso de um aluno, Heitor, que foi internado após passar mal na segunda-feira, gerou dúvidas. A gestão municipal esclareceu que a ocorrência foi registrada antes da nebulização. Conforme informações da mãe do estudante, o laudo médico do hospital apontou infecção intestinal.
A prefeitura reforçou que o aluno não compareceu às aulas no dia do atendimento das 33 crianças e que a visita do secretário de Educação ao estudante e sua família no hospital se deu por um protocolo de "atendimento humanizado".
Avaliação da qualidade da água
Em resposta a relatos de que a água da unidade estaria contaminada, a prefeitura afirmou que uma avaliação preliminar da Vigilância Sanitária mostrou que a água está "límpida, transparente e inodora". No entanto, amostras foram encaminhadas para o Instituto Adolfo Lutz para análise, e o laudo completo deve ser divulgado em até 20 dias.