Moradores do Parque Tamandaré, em Esteio, vizinhos da escola estadual Augusto Meyer - Premem, reclamam sobre a falta de asfaltamento de uma rua, que dá acesso à avenida Luiz Pasteur e também à RS 118. Por ser carente de asfaltamento e também iluminação, o local, segundo as famílias que residentes em áreas próximas, é usado para descarte de lixo doméstico, materiais de construção e restos de podas.
A preocupação, além do grande acúmulo de resíduos e da proliferação de animais peçonhentos, é também por ser utilizada como reduto de usuários de drogas. “O local fica a poucos metros da escola. Crianças e jovens passam por aqui diariamente. Está perigoso. Ano passado a Prefeitura prometeu revitalizar essa área, mas ficou só no papel. Às vezes, o mau cheiro é insuportável”, disse uma moradora do local, aposentada de 64 anos, que prefere não ser identificada.
O secretário municipal de Obras e Serviços Urbanos de Esteio, Leomar Teichmann, informou, através da assessoria de comunicação, que a via em questão não é uma continuação da Rio Pardo, mas sim um projeto de uma avenida sob a rede de alta tensão, a modelo da avenida João Paulo, que foi iniciada pela gestão passada sem previsão de recursos para a mesma em 2017. No último orçamento, em 2015, o projeto estava orçado em mais de R$ 250 mil.
A Prefeitura ainda salienta que para 2018, também não há recurso previsto para a obra. No entanto, ressalta que vai buscar recursos junto ao Orçamento Geral da União ou do programa “Agora é Avançar” para dar seguimento à obra, mas, infelizmente, não pode se comprometer com prazos. Quanto à limpeza, o secretário informou que é realizada semanalmente, ou, no máximo, a cada 15 dias e que os entulhos no local são depositados irregularmente por moradores e por carroceiros de Esteio e de Sapucaia do Sul. Segundo a BM, rondas são feitas no local para coibir o uso de entorpecentes.
Moradores de Esteio reivindicam pavimentação de rua no Tamandaré
Prefeitura salienta que não tem recursos para obra no local