A coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), procuradora de Justiça Ana Maria Moreira Marchesan, e a promotora de Justiça de Gravataí, Carolina Barth Loureiro Ingracio, inspecionaram o aterro que está recebendo resíduos oriundos das enchentes em Porto Alegre e Canoas.
Também estiveram no aterro, em Gravataí, uma engenheira ambiental, um biólogo e um geólogo do Grupo de Assessoramento Técnico (GAT), do MPRS, e servidores da Promotoria do município. O local está recebendo, por dia, cerca de 90 caminhões de entulhos da Capital e oito caminhões provenientes de Canoas.
“A situação é um pouco preocupante, pois, pela avaliação dos técnicos, o material não está sendo triado de forma adequada, até porque há poucas pessoas trabalhando no local”, avaliou a procuradora de Justiça. Ela informou que, depois do parecer técnico que será elaborado pela equipe do GAT, serão realizadas reuniões para a adoção de algumas medidas com o objetivo de garantir a destinação adequada dos resíduos.