Siga o Correio do Povo no Google!E fique um passo à frente das principais notícias.
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Foto : Camila Cunha
Subiram os níveis dos principais rios da Região Metropolitana nesta sexta-feira, de acordo com o boletim de estiagem da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), após a chuva da última quinta-feira. A situação nos cursos d’água segue de atenção no Gravataí e no Sinos, com captações liberadas para todos os usos que não sejam para o abastecimento humano.
No Gravataí, a cota aferida foi de 1,93 metro na Estação de Tratamento de Água (ETA) Alvorada, três centímetros a mais do que na quinta-feira. Já na ETA Gravataí, a marca foi de 1,34 metro, dez centímetros a mais em relação ao dia anterior. No Balneário Passo das Canoas, também em Gravataí, a aferição foi de 1,94 metro, nove centímetros a mais na comparação com as 24 horas anteriores.
Já no Sinos, as aferições foram de 1,98 metro na régua da Corsan, em Campo Bom, mais 31 centímetros sobre o dia anterior, 1,80 metro na medição do Semae, em São Leopoldo, elevação de 30 centímetros sobre a quinta-feira, e 2,88 metros na Comusa, em Novo Hamburgo, 40 centímetros superior à quinta.
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí
Camila Cunha
Nível do Rio Gravataí está mais elevado e com água repleta de algas no bairro Parque dos Anjos, em Gravataí | O casal Márcia Souza e Marino Corrêa faz pesca recreativa na região
Camila Cunha
No bairro Parque dos Anjos, em Gravataí, o casal Marino Corrêa e Márcia Souza, moradores desta região, pescava na manhã desta quarta, em uma área com grande presença de algas, causando água mais turva e esverdeada. “Pegamos mais traíras mesmo, e viemos aqui vez ou outra. Não temos técnica, é jogar a isca na água e esperar”, comentou ele. Para o professor Fernando Dornelles, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH/UFRGS), a causa destes seres é a grande presença de nutrientes, altas temperaturas e baixa vazão.
Questionado se pode haver poluentes na água, ele confirma. “Este ponto já deve ser a jusante da captação da Corsan, dali em diante, vem muito esgoto de Gravataí e Canoas”, afirmou ele. Segundo o professor, comer o peixe cozido ou assado coletado da área não causa problemas imediatos. “Mas o problema são contaminantes acumulativos, como metais pesados, que são graves a longo prazo”.