O projeto Cozinha Solidária, que integra o Programa Petroleiros pela Vida, que atualmente produz 600 marmitas por dia e teve início durante a pandemia, foi reativado durante o período de calamidade para ajudar as famílias atingidas pela enchente.
O projeto, encabeçado pelo Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro), mas que tem muitas outras entidades parceiras, atende famílias de Porto Alegre, Canoas e também de Esteio, recebeu a visita do Ministro-Chefe da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, além do Ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, do Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil Volnei Wolf e do prefeito e do prefeito de Canoas, Jairo Jorge.
A presidente do Sindipetro, Miriam Ribeiro Cabreira, apresentou o projeto aos ministros garantindo que é uma campanha séria com o objetivo de ajudar a quem mais necessita com apoio de quem realmente quer se dedicar a causa.
“O movimento foi tomando forma dia a dia com aglutinação de movimentos sociais de várias localidades do País que se apresentaram para atender a população. Veio gente de Minas Gerais, Santa Catarina e assim colocamos a cozinha para funcionar. Nossa meta é fazer 1 mil quentinhas.”
Em seu discurso, o Ministro Paulo Pimenta, começou citando a fala do presidente Lula, que costuma dizer que as pessoas conhecem os amigos na hora da dificuldade. “Quando está tudo bem, todo mundo é amigo, mas é na hora da dificuldade que realmente encontramos os verdadeiros. Por isso, é momento de olhar no olho das pessoas, ouvir aquilo que elas estão sentindo. É muito importante estamos aqui com vocês para ver de perto o trabalho que está sendo feito. É um momento muito delicado e muito especial este que estamos passando.”
Pimenta disse que existe a necessidade de se repensar a relação com o outro. “A capacidade estar junto com o outro, de dar de uma resposta a quem sofre, aos mais humildes, aos que moram, trabalham, aos que estão em situação de vulnerabilidade. São estes que mais sofrem com a situação, são estes que mais precisam da nossa atenção e da nossa resposta. É esse o nosso trabalho de apoio.”