Prefeitura de Caxias do Sul cobra providências sobre festa realizada na UPA Central

Prefeitura de Caxias do Sul cobra providências sobre festa realizada na UPA Central

Ao menos 14 funcionárias terceirizadas teriam promovido uma Festa Julina nas dependências da instituição na madrugada de sábado

Celso Sgorla

InSaúde esclareceu que não tinha ciência do fato extremamente grave ocorrido neste sábado e não autorizou a realização da “festa junina”

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A prefeitura de Caxias do Sul cobra providências do Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde (In Saúde), empresa administradora da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central da cidade, após denúncia de que ao menos 14 funcionárias terceirizadas teriam promovido uma Festa Julina nas dependências da instituição na madrugada de sábado. Em nota divulgada por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), o Executivo municipal informou que desconhecia qualquer tipo de evento em serviços de saúde do Município, posicionandi-se contrariamente a tais tipos de evento.

Dessa forma, solicita ao In Saúde averiguação e providências duras, em relação ao ocorrido, tendo em vista que os funcionários descumpriram as normas sanitárias que devem ser rigorosamente cumpridas em virtude da pandemia. O secretário Municipal da Saúde, Jorge Olavo Hahm Castro, considera inadmissível que os profissionais de saúde não observem regras de segurança, não utilizem os EPIs conforme normatizado na rede pública de saúde, além de atrasarem o atendimento, prejudicando a população.

Na segunda-feira, a SMS, por meio da Vigilância Sanitária e Cerest/Serra, fará novamente uma inspeção para verificar a atual situação do cumprimento das normas sanitárias, podendo gerar penalizações.

Empresa diz que não tinha conhecimento do evento

Também por meio de uma nota o InSaúde esclareceu que não tinha ciência do fato extremamente grave ocorrido neste sábado e não autorizou a realização da "festa junina”organizada por um determinado grupo de funcionários". Informou que não compactua de forma alguma com a conduta destes funcionários e, imediatamente, foi instaurado procedimento apuratório pelo setor de Compliance, com supedâneo nas normas Federais, do Estado do Rio Grande do Sul, bem como no código de conduta institucional com objetivo de tomar as medidas legais cabíveis e pertinentes ao caso.


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