O cenário da manhã desta segunda-feira em Gramado, na serra gaúcha, ainda é de destruição. Funcionários do Cenipa, Corpo de Bombeiros Militar do RS (CBMRS), Brigada Militar e demais órgãos de segurança trabalham no rescaldo do incêndio após a queda de um avião turboélice na manhã do último domingo, que matou 10 pessoas e deixou outras 17 feridas.
A área está isolada e repleta de destroços. O trânsito é bastante complicado na região. A energia elétrica foi cortada pela RGE e, segundo moradores da região, deve retornar somente em três a quatro dias.
O morador Valdir Paim, proprietário de uma pousada na rua Ema Ferreira Bastos, rua em cuja esquina com a avenida das Hortênsias o avião se chocou contra uma loja de móveis, disse que estava em casa quando houve um estrondo alto e viu uma bola de fogo. “Foi algo muito forte. Assim como eu, outros moradores da rua também saíram para ver o que havia acontecido”, disse ele.
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