Cidades

Restante de julho deve ter máximas acima da média, diz MetSul

Dias com frio intenso devem ser poucos no restante do mês

Frio em julho não deve ser forte que nem o de junho
Frio em julho não deve ser forte que nem o de junho Foto : Pedro Piegas

Se junho foi marcado por baixíssimas temperaturas no Rio Grande do Sul, a maior parte do restante de julho não deve repetir esta tendência, projeta a MetSul Meteorologia. Os dados analisados indicam que nas próximas semanas, os dias de frio muito intenso devem ser menos numerosos com mínimas e máximas mais altas.

Chama atenção como os modelos indicam para o Sul do Brasil até o final de julho marcas predominantemente perto e acima da média histórica com possibilidade mesmo de algumas tardes até quentes para a época do ano.

Merece destaque ainda que o modelo europeu sinaliza o retorno de ar mais frio ao Sul do Brasil durante a primeira metade do mês de agosto, mas de momento sem indicar extremos comparáveis ao mês de junho.

Chega ao fim sequência de dias com temperatura abaixo de zero

Chegou ao fim nesta sexta-feira a sequência de dias com temperaturas negativas no Rio Grande do Sul. Não houve mínimas abaixo de zero na madrugada e é altamente improvável que haja registro de marcas negativas no fim do dia, na noite desta sexta.

A temperatura mínima desta sexta no estado foi de 1,1ºC na estação meteorológica da Secretaria Estadual da Agricultura em Livramento, na fronteira com o Uruguai.

Outras mínimas incluem 2,3ºC em Soledade; 3,9ºC em Barra do Quaraí; 4,3ºC em Alegrete; 4,4ºC em Dom Pedrito; 4,5ºC em São Gabriel; 4,6ºC em Getúlio Vargas; e 4,9ºC em Rosário do Sul. Com isso, todos os dias do mês de julho até agora, com exceção de hoje, e todos desde 30 de junho foram com mínima negativa no Rio Grande do Sul.

Veja Também