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São Leopoldo adquire bombas anfíbias para integrar o sistema de proteção contra as cheias

Dois equipamentos foram instalados arroio Gauchinho, no bairro Santos Dumont; os demais serão colocados nos bairros Campina e Vicentina

As quatro bombas são do mesmo modelo utilizado durante os eventos climáticos de maio
As quatro bombas são do mesmo modelo utilizado durante os eventos climáticos de maio Foto : Digue Cardoso / Prefeitura de São Leopoldo / CP

A Prefeitura de São Leopoldo adquiriu quatro bombas anfíbias da empresa leopoldense Higra para compor o sistema de contenção de cheias da cidade. Duas delas foram instaladas no arroio Gauchinho, no bairro Santos Dumont. Os equipamentos com capacidade de drenagem de 3,3 mil litros por segundo ficarão em um prédio com estrutura modular a ser construído nos próximos dias. No total a Administração, através do Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae), investiu R$ 10 milhões na compra dos equipamentos.

De acordo com a Prefeitura, as Casas de Bombas do bairro Campina e da João Corrêa, no bairro Vicentina, receberão os outros dois equipamentos, uma para cada local de maneira definitiva. Na Campina e na Vicentina, os equipamentos serão colocados internamente, se juntando aos sistemas de proteção já existentes. O bairro Santos Dumont deve receber ainda uma outra Casa de Bombas, que será construída através dos recursos garantidos pelo Governo Federal dentro dos R$ 149 milhões destinados no PAC Steigleder.

“Estamos trabalhando como nos comprometemos com a população para cuidar melhor da nossa cidade. Além da remodelação dos diques que estão sendo elevados em 50 cm na Vicentina, na semana que vem deveremos iniciar esse mesmo processo nos diques aqui da Vila Brás para dar maior segurança e tranquilidade”, disse o prefeito Ary Vanazzi, em vistoria na instalação dos equipamentos.

As quatro bombas compradas da Higra são do mesmo modelo utilizado durante os eventos climáticos de maio e que auxiliaram na retirada das águas da enchente na área urbana da cidade. “Essas bombas, que estão sendo colocadas de forma provisória na Vila Brás, elas vão estar aptas a funcionar a partir de segunda ou terça-feira da semana que vem. Elas não serão ligadas. Vamos deixar esses equipamentos em espera. Havendo a necessidade, em caso de chuva que demande a utilização das bombas, estaremos com elas aptas a serem ligadas. Será construída uma estrutura modular para abrigá-las”, explica o diretor-geral do Semae, Maurício Miorim.